sexta-feira, 22 de julho de 2011

Críticas sobre Filmes: Cartas para Julieta

De um filme com um título como este (traduzido do original) não dá para esperar nada muito diferente. Se você acha que vai encontrar qualquer coisa diferente de uma história de amor, ou leu errado ou então está apostando demais na criatividade de Holywood. O que cá entre nós, anda mal das pernas. Cartas para Julieta (Letters to Juliet, 2010) segue essa linha e sua premissa traz elementos que poderiam render um bom romance. Amanda Seyfried vive Sophia, uma estadunidense que vai passar férias com seu noivo (Gael García Bernal) em Verona, a charmosa cidade italiana que serviu de cenário para a célebre história de amor de Romeu e Julieta. Ao visitar a casa de Julieta, um dos pontos turísticos da cidade, Sophia se depara com uma parede cheia de cartas, em que mulheres apaixonadas pedem a Julieta que as ajude com seus problemas no amor. Ela então descobre que, diariamente, as cartas são recolhidas e respondidas por um grupo de voluntárias. Sophia passa a ajudá-las e acaba encontrando uma carta datada de 1951, escrita por uma inglesa que se apaixonou por um italiano em sua juventude, mas deixou escapar a oportunidade de ficar com ele. Ela então decide responder a carta de meio século, promovendo o amor verdadeiro. Empolgada com o conselho da carta, Claire Smith (Vanessa Redgrave) - hoje uma senhora - retorna à Itália para encontrar a paixão de sua adolescência e assim Sophia, Claire e seu neto Charlie (Christopher Egan) embarcam em uma viagem para procurar o tal Lorenzo Bartolini. Nesse momento, a comédia romântica ganha ares de road movie, mostrando bonitas paisagens da Toscana e uma trilha sonora típica, mas com direito a duas músicas da cantora pop Colbie Caillat. Com este roteiro simples, um pézinho na fantasia amorosa e atuações corretas, o filme é bem honesto e até emociona. Bem conduzido por Gary Winick, o mesmo diretor do também simpático,De Repente 30, o destaque vai para o boa química entre Seyfried e o desconhecido Christopher Egan, além da presença do galã de outrora Franco Nero, marido de Redgrave na vida real. A curiosidade vai para o uso de uma varanda shakesperiana “como coadjuvante” em dois momentos importantes e românticos de uma história que só podia - e tem - um clássico “The End” na tela. Portanto, os destinatários de Cartas para Julieta serão todas as pessoas que curtem, sem preconceito, um final feliz. E eu amoooo um final feliz para os pessimistas uma solução não assistam esse filme leiam um jornal, vai ter um monte de finais infelizes rsrs Gente eu ameiii esse filme!! É bem legal mesmo boa dica do Fim de semana e ja esta passando na rede Telecine para os que tem TV por assinatura já quem gosta de uma boa locadora ou downloads na internet vale a pena viuu!! Grande Bju e até a Próxima!!!
Buena

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