sexta-feira, 12 de julho de 2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

1988 - Rain Man


Sinopse
Conta a história de Charlie Babbitt, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança. Charles se aproxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.
Elenco


Dustin Hoffman (Raymond Babbitt)
Tom Cruise (Charlie Babbitt)
Valeria Golino (Susanna)
Gerald R. Molen (Dr. Bruner)
Jack Murdock (John Mooney)
Michael D. Roberts (Vern)
Ralph Seymour (Lenny)
Lucinda Jenney (Iris)
Bonnie Hunt (Sally Dibbs)
Barry Levinson (Médico)

Ficha Técnica
Título Original: Rain Man
Ano de Lançamento (EUA): 1988
Gênero: Drama
Direção: Barry Levinson
Vencedor do Globo de Ouro 1989 e Oscar 1989


DOWNLOAD TORRENT E LEGENDA


Comente quando fizer o download... não custa nada... Seu comentário será um incentivo!
Pessoal!!

Estamos com problema nos links, confesso que tinha abandonado este blog para me dedicar à música, mas estou hoje, 11-07-13, online direto, começando agora cedo a alterar os links todos para outra conta 4shared.
Espero que a galera tenha paciência, pois vai ser um processo longo.


Abraços.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Críticas sobre Filmes: Cartas para Julieta

De um filme com um título como este (traduzido do original) não dá para esperar nada muito diferente. Se você acha que vai encontrar qualquer coisa diferente de uma história de amor, ou leu errado ou então está apostando demais na criatividade de Holywood. O que cá entre nós, anda mal das pernas. Cartas para Julieta (Letters to Juliet, 2010) segue essa linha e sua premissa traz elementos que poderiam render um bom romance. Amanda Seyfried vive Sophia, uma estadunidense que vai passar férias com seu noivo (Gael García Bernal) em Verona, a charmosa cidade italiana que serviu de cenário para a célebre história de amor de Romeu e Julieta. Ao visitar a casa de Julieta, um dos pontos turísticos da cidade, Sophia se depara com uma parede cheia de cartas, em que mulheres apaixonadas pedem a Julieta que as ajude com seus problemas no amor. Ela então descobre que, diariamente, as cartas são recolhidas e respondidas por um grupo de voluntárias. Sophia passa a ajudá-las e acaba encontrando uma carta datada de 1951, escrita por uma inglesa que se apaixonou por um italiano em sua juventude, mas deixou escapar a oportunidade de ficar com ele. Ela então decide responder a carta de meio século, promovendo o amor verdadeiro. Empolgada com o conselho da carta, Claire Smith (Vanessa Redgrave) - hoje uma senhora - retorna à Itália para encontrar a paixão de sua adolescência e assim Sophia, Claire e seu neto Charlie (Christopher Egan) embarcam em uma viagem para procurar o tal Lorenzo Bartolini. Nesse momento, a comédia romântica ganha ares de road movie, mostrando bonitas paisagens da Toscana e uma trilha sonora típica, mas com direito a duas músicas da cantora pop Colbie Caillat. Com este roteiro simples, um pézinho na fantasia amorosa e atuações corretas, o filme é bem honesto e até emociona. Bem conduzido por Gary Winick, o mesmo diretor do também simpático,De Repente 30, o destaque vai para o boa química entre Seyfried e o desconhecido Christopher Egan, além da presença do galã de outrora Franco Nero, marido de Redgrave na vida real. A curiosidade vai para o uso de uma varanda shakesperiana “como coadjuvante” em dois momentos importantes e românticos de uma história que só podia - e tem - um clássico “The End” na tela. Portanto, os destinatários de Cartas para Julieta serão todas as pessoas que curtem, sem preconceito, um final feliz. E eu amoooo um final feliz para os pessimistas uma solução não assistam esse filme leiam um jornal, vai ter um monte de finais infelizes rsrs Gente eu ameiii esse filme!! É bem legal mesmo boa dica do Fim de semana e ja esta passando na rede Telecine para os que tem TV por assinatura já quem gosta de uma boa locadora ou downloads na internet vale a pena viuu!! Grande Bju e até a Próxima!!!
Buena

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Marvel X DC: a batalha eterna

Qual a melhor editora: Marvel ou DC. De um lado, argumenta-se que os heróis da DC são melhores e a editora possui as revistas mais consagradas pelo público e crítica, tais como Caveleiro das Trevas, Watchmen, Sandman e Homem-Animal de Grant Morrisson, desafiando-me a encontrar equivalentes na Marvel. Encontrei: X-Men: Deus ama, o homem mata, Homem-Aranha: A Última Caçada de Kraven, Capitão América de Ed Brubaker e a atual fase do Thor: O Renascer dos Deuses, que acaba de ser lançada encadernada pela Panini.
As “brigas” se estendem por horas a fio, cada um tentando provar a superioridade de uma editora sobre a outra. Mas o fato é que a Marvel é muito mais popular que a DC, embora seja um fato também que a DC tenha os heróis mais míticos e poderosos. Como comparar o Superman (principal da DC) com o Homem-Aranha (principal da Marvel)? Ou a popularidade do Batman com a do Capitão América? A Marvel não tem uma heroína que esteja à altura da Mulher-Maravilha, seja em popularidade, força ou carisma. O Flash é capaz de vencer com um pé nas costas o herói mais rápido da Marvel, o velocista Mercúrio. O Lanterna Verde, com sua tropa de heróis espaciais, tem muito mais carisma que o Gigante Verde da concorrente, o Incrível Hulk. Até o Aquaman, que é menos popular, é bem mais interessante que o insosso Namor.Até os vilões da DC são mais insanos e bem construídos: Lex Luthor é muito mais calculista que o Rei do Crime e capaz de peitar o próprio Superman. Ao mesmo tempo, o Coringa supera de longe as loucuras do Duende Verde e Rã’s Al Ghul é muito mais cruel que o Caveira Vermelha só para ficar em três deles. Mas em se tratando de tramas, a DC deixa bastante a desejar. Claro que há excelentes histórias, como as citadas acima. E eu citaria mais: Crise nas Infinitas Terras foi uma das melhores sagas da editora, extremamente bem amarrada e que definiu os rumos que seriam seguidos dali pra frente. No entanto, a editora nunca conseguiu repetir o mesmo sucesso nas sagas seguintes, e algumas deixaram bastante a desejar, caso de Crise Infinita, Crise Final e as atuais Noite Mais Densa e Dia Mais Claro, que até começam bem, mas se perdem no meio do caminho.Já a Marvel tem acertado com suas sagas: O Cerco, a atual que vem sendo publicada no Brasil pela Panini, está excelente, mostrando a queda de Norman Osborn pelas mãos dos heróis. Enganado por Loki, o megalomaníaco diretor do MARTELO resolve atacar Asgard, o lar dos deuses nórdicos, apenas para provar seu poder. É aí que acontece sua ruína quando os Vingadores fugitivos se organizam para ajudar a defender o lar de Thor. Com isso, a editora volta às origens, quando o mesmo Loki provocou a união de vários heróis, que formaram os Vingadores.As sagas anteriores também foram muito boas, como Invasão Secreta e Guerra Civil, cujas repercussões têm efeito nos dias atuais – diferente da DC, que esqueceu completamente da Crise nas Infinitas Terras e voltou, paulatinamente, aos conceitos originais dos personagens, antes da série. Além disso, os heróis Marvel são mais próximos dos humanos “normais”, diferente dos da DC, que são quase deuses. Com problemas amorosos, financeiros, conjugais, de saúde e outros, a Marvel consegue popularizar seus heróis, de modo que é até possível acreditar que qualquer um pode virar um super-herói também. Na DC, para ser herói, só vindo de outro planeta ou sendo escolhido pelos deuses… Outra grande sacada da Marvel foi, a cada megassaga, lançar edições especiais mostrando o ponto de vista da população sob os olhos dos repórteres que cobrem os eventos, trazendo as repercussões das titânicas batalhas dos heróis pelas ruas da cidade. Um olhar “normal” num mundo de seres superpoderosos.No cinema, sem comparações: a editora de Homem-Aranha e Cia. já emplacou mais de 20 filmes de seus personagens em quase 12 anos: Blade II e Blade Trinity, X-Men, X-Men 2, X-Men: O Confronto Final, X-Men Origens: Wolverine, Homem-Aranha, Homem-Aranha 2, Homem-Aranha 3, Demolidor, Elektra, O Justiceiro, Justiceiro em Zona de Guerra, Quarteto Fantástico, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, Hulk, O Incrível Hulk, Motoqueiro Fantasma, Homem de Ferro, Homem de Ferro 2, Kick-Ass – Quebrando Tudo, Thor, X-Men: Primeira Classe, Capitão América, Conan, o Bárbaro (os três últimos estreiam nos próximos meses).
Independente de serem boas produções ou fracassos de bilheteria, a Marvel está popularizando seus personagens ao mesmo tempo em que é comercialmente mais bem sucedida. No mesmo período, a DC só empacou seus heróis em tela grande, produzindo menos de dez filmes: V de Vingança, Batman Begins, O Cavaleiro das Trevas, Superman: O Retorno, 300, The Spirit, Mulher-Gato, Watchmen e Lanterna Verde. Exceto Batman, Superman e Lanterna Verde, as outras produções foram com quadrinhos adultos, fora do seu universo tradicional. A editora se dá melhor no universo das animações, com desenhos animados que adaptam arco fechados dos quadrinhos e produzem um excelente resultado no mercado de DVD. Também vale dizer que, nos últimos 10 anos, a DC produziu uma série de TV com o Superman que dividiu opiniões – uns odiando e outros amando – e houve uma tentativa frustrada de trazer a Mulher-Maravilha para a telinha, cancelada recentemente. O rei dos mares Aquaman também quase virou seriado, mas não passou do episódio piloto.Preferências sempre vão existir e estes argumentos não provam que uma editora é melhor que a outra, mas sim que uma é tão boa quanto a outra. Ambas têm seus erros e acertos, diferenças visíveis e semelhanças notáveis. O que importa mesmo é saber que tanto a Marvel quanto a DC nos levam a um mundo mágico de imaginação que proporciona momentos de diversão e descontração, com personagens cuja moral inabalável nos ensinam importantes valores que vão além dos quadrinhos. Afinal, responsabilidade, honestidade, patriotismo, justiça, respeito à vida e nobreza são conceitos que servem para a vida real e que aprendemos brincando. Espero que tenham gostado srsrrsrs demorei pra apreender e pesquisar isso pra vcs huahauahauhaua Grande beijos e até a próxima...

Buena Cristina

terça-feira, 12 de julho de 2011

Críticas sobre Filmes : Trilogia Matrix

"Você já teve um sonho, Neo, em que você estava tão certo de que era real? E se você fosse incapaz de se acordar desse sonho? Como saberia a diferença entre o mundo do sonho e o real?" (Morfeu questionando Neo, Filme Matrix).

Oi gente que saudade!!Começo o post com esse diálogo de Neo e Morfeu pq acho que ele define exatamente o que o roteiro e o filme querem questionar do público... E pra falar a verdade esse filme me traz questinamentos intensos sobre o que queremos, o que podemos ser, o que acreditamos e o que é realidade... Putz que confusão!! hahaha ta eu não sou tão complicada assim não se assustem :) pra muitos é só um filme de ficção normal, mas pra mim é uma forma muito sútil de dizer o quanto a Nova Ordem mundial pode ser evasiva em nossas vidas sem percebermos... Então SIGAM-ME OS BONS!!

Em 1999 surgia um filme, até então com pouco hype e desconhecido que, em pouco tempo, fora ganhando espaço na mídia, marketing e uma merecida reputação de “revolucionário”. Sucesso absoluto de público e crítica, considerado a melhor ficção científica dos anos 90 sem maiores concorrentes (além do fraco Star Wars Episódio 1: A Ameaça Fantasma, lançado no mesmo ano), Matrix foi um filme que brilhava em seus aspectos técnicos (e como!), mas que também trazia uma boa história de fundo, um enredo que procurava não deixar furos (claro, além das eventuais “brechas” para uma continuação) e um elenco extremamente competente que encaixou-se muito bem na trama, todos muito bem caracterizados.

O filme foi dirigido por Andy Wachowski e Larry Wachowski, que já haviam protagonizado antes o “mediano” Assassinos (com Antonio Banderas, Julianne Moore e Sylvester Stallone), em 1995, e o “bom” Ligados Pelo Desejo, em 1996. A genialidade dos dois irmãos permitiu a criação de um mundo paralelo totalmente diferente do que conhecemos como “nosso mundo”, misturando tudo isso com muita tecnologia, novas técnicas de filmagens e muito Kung-Fu. Temos aí uma das mais arrasadoras superproduções da última década.

Mais do que um campeão em crítica e público, Matrix foi um campeão, também, em premiações, levando muitas estatuetas para casa. Entre elas, todos os Oscars que disputou: Melhor Edição, Melhor Efeitos Sonoros, Melhor Efeitos Visuais e Melhor Som. No BAFTA, faturou os prêmios de Melhor Som e Melhor Efeitos visuais, e também foi indicado em outras categorias, como Fotografia, Edição e Figurino. Não podemos nos esquecer também do Grammy de Melhor Trilha Sonora. Se fossemos ficar falando dos prêmios que Matrix faturou, provavelmente passaríamos horas e horas aqui comentando apenas boa parte deles, então vamos pular essa parte visto que a intenção era só dar uma idéia da dimensão que o filme atingiu, caro leitor.

“What is The Matrix ?”

O filme conta a história do hacker Neo (Keanu Reeves), ou Thomas Anderson, sua identidade real, que até o ano de 1999 levava uma vida em que ele próprio acreditava ser real, comum. Até que finalmente Neo consegue contato com o misterioso Morpheus (Laurence Fishburn), que o introduz ao verdadeiro “mundo real”. E nessa nova realidade, Neo descobre que está a duzentos anos a frente do período que acreditava estar e que as máquinas dotadas de grande capacidade e inteligência artificial elevadíssima haviam acabado por tomar conta do mundo, ou o que sobrou dele.

As máquinas criaram um programa que simula a vida do século XX (Matrix) para satisfazer os escravos humanos enquanto elas drenam energia dos próprios. Neo é constantemente perseguido por alguns “Agentes” (computadores que tem acesso a Matrix e se materializam no corpo de quem bem entenderem) e é tido como “o escolhido” (The One), a quem Morpheus se refere como pessoa que irá liderar os humanos a reconquistar a Terra. Vale lembrar também que “o escolhido” tem a habilidade de mutar a Matrix, é o único dentre todos os humanos que pode desenvolver técnicas parecidas (e até mesmo superiores) as dos “agentes”.

Talvez um dos pontos em que o filme mais acerte seja na escalação de seu elenco. Os irmãos Wachowski, sem sombra de dúvida, escolheram a dedo as pessoas certas para cada um dos papéis do filme, desde o mais importante (protagonista) a grandes coadjuvantes. Keanu Reeves (Doce Novembro, Velocidade Máxima, O Advogado do Diabo) está perfeito como Neo, é uma das várias almas do filme. O público mergulha junto com Neo para tentar descobrir o que está por detrás de todo aquele mistério (“Follow The White Rabbit” – siga o coelho branco) que é nos apresentado no começo do filme. E por falar nisso, que começo não temos, hein? As cenas iniciais com a Carrie-Anne Moss (Chocolate, Planeta Vermelho), que interpreta “Trinity”, uma das pessoas que trabalham para o misterioso Morpheus, nos dá uma pequena amostra de como as cenas se seguirão durante a película. Perseguição, ação e muitos efeitos especiais! É uma abertura realmente empolgante.

O visual dos personagens é sempre assim, dark ao extremo. Roupas escuras, poucas palavras, óculos escuros (essenciais!), mas também muita elegância. Laurence Fishburn (Othello), no papel de Morpheus, está excelente também. Ele é quem apresenta o “mundo real” aos olhos de Neo, e todas as cenas que se seguem (desde Neo despertando no mundo real até Morpheus conversando com ele a respeito do que havia acontecido) são muito bem executadas. Mesmo sem aquele toque de ação do início do filme e que estaria por vir, o filme não fica monótono, muito pelo contrário, o público fica ávido para saber sempre mais de toda aquela situação, o que prova que Matrix já é um filme diferente dos demais do gênero. Ele não se reserva o direito de ter apenas cenas de ação boas e um enredo fraco; muito pelo contrário, é um filme para se ver e rever e prestar atenção em cada detalhe dado.

“- I Know Kung-Fu…”

“- Show Me!”

Outro grande ponto que Matrix chama atenção e merece destaque é em relação as coreografias de lutas e os estilos propriamente apresentados. Entre eles destacamos o Kung-Fu. E não há duvidas que os irmãos Wachowski são não menos que grandes admiradores dessa arte. As cenas eram gravadas, regravadas, editadas até que as mesmas satisfizessem a todos da equipe técnica. Em um certo trecho do filme, onde o diálogo acima ocorre entre Morpheus e Neo, eles estão a alguns segundos de entrar em um programa para enfim treinar as novas habilidades e técnicas adquiridas por Neo. Essa seqüência é realmente fantástica e incrivelmente bem conduzida e ensaiada. Todos os movimentos, as falas não deixam com que o público deixe sua atenção de lado por um segundo apenas.Alguns outros atores coadjuvantes roubam a cena durante muitas seqüências também. Como é o caso de Hugo Weaving (O Senhor dos Anéis: As Duas Torres e A Sociedade do Anel) na pele do implacável e impiedoso agente Smith. Um papel que certamente lhe renderá (e creio que está rendendo) maior destaque que seu elfo em O Senhor dos Anéis, mas torço para que ele desempenhe um bom papel nas duas sagas, afinal, é horrível para um ator ser lembrado insistentemente apenas por aquele filme determinado. Joe Pantoliano (Demolidor – O Homem Sem Medo, U.S. Marshalls – Os Federais, Bad Boys) também está legal no papel de Cypher, um dos operadores da Matrix do grupo de Morpheus. De todos ali no grupo, ele parece ser o mais diferente de todos, não só pela aparência, mas por suas atitudes também. Notamos que, com o passar do tempo, ele mostra algum ressentimento em relação a Trinity justamente por não ser “correspondido”. E para piorar um pouco as coisas, com a chegada de Neo, Trinity aos poucos vai criando feições pelo rapaz. Pronto está armado o cenário: a inveja corre solta... O que Cypher está prestes a aprontar é algo que muitos já sabem, previsível ou não, a maneira com que ele faz isso é bem colocada no filme. Reservo-me o direito de não falar para não estragar a surpresa de quem eventualmente ainda não assistiu o filme (se é que isso é possível).

Bullet-Time
Sem sombra de dúvidas uma das coisas que mais chamaram atenção em Matrix foram seus efeitos especiais. Um deles é o famoso e magnífico “Bullet-Time”, talvez um dos grandes responsáveis pelo Oscar de Melhores Efeitos Visuais, mas certamente não somente isso. O Bullet-Time é um efeito usado principalmente na cena em que Neo fica cara-a-cara com o agente Smith; a famosa cena do desvio das balas. A idéia para a criação do efeito foi até de certa forma simples, entretanto exigiu um pouco de trabalho para passá-la do plano teórico ao plano prático. Os irmãos Wachowski pegaram várias câmeras (muitas!) e as posicionaram em círculo. Num estúdio de fundo azul, Keanu Reeves treinou por varias vezes os movimentos que iria executar, e os fez rapidamente. Ai entra o pessoal da parte técnica: eles editaram a cena, adicionaram os efeitos das balas, deram uma lenta rotação de 360º à tomada e inseriram-na no ambiente em que ela estava sendo executada. Um trabalho realmente primoroso, que justifica os vários prêmios que levou.

Mas como já disse, os efeitos de Matrix não são sustentados apenas por Bullet-Time coisa nenhuma. Há varias outras cenas primorosas onde podemos ver os efeitos em ação, como é o caso da cena do resgate de Morpheus com o helicóptero. Essa cena está demais também, talvez mais do que bons efeitos visuais, ela traz um dos melhores efeitos sonoros que já vi nos cinemas. As explosões, os vidros quebrando, as balas caindo em direção ao chão enquanto tocam em alguns pedaços do helicóptero, o “mini bullet-time” que é utilizado quando o agente Smith acerta um tiro de raspão no pé de Morpheus, quando ele ainda está pulando, enfim, uma cena de ação perfeita, dirigida com maestria e jamais vista antes.

Não podíamos deixar de elogiar também uma outra seqüência de ação impressionante, talvez a que mais tenha empolgado a platéia nos cinemas: a invasão do prédio para-militar no final do filme. Realmente é incrível, desde sua concepção até sua edição. E por falar nisso, que edição não temos em Matrix, hein? Sempre perfeita, atuando no filme de forma simples e tendo um papel fundamental na hora da colocação de tantas tomadas com fundos azuis transpondo-os para ambientes reais.

Lembro que na época do Oscar de 2000, aconteceram alguns fatos que ainda lembro a respeito da premiação de melhores efeitos visuais. A equipe de Star Wars Episódio 1: A Ameaça Fantasma (que, diga-se de passagem, estava com uma enorme dor-de-cotovelo por ter perdido o prêmio) acabou dando algumas declarações dizendo que os jurados não sabiam distinguir em relação a qualidade técnica dos efeitos visuais, o que acabou gerando uma longa discussão entre qual realmente havia sido o melhor filme do ano naquele quesito. Certamente Star Wars tem seus méritos (e que méritos). Enquanto Matrix utiliza muitos efeitos, o mundo de “A Ameaça Fantasma” foi praticamente criado todo com efeitos visuais. É muito difícil encontrar uma tomada que não tenha um. A corrida de Pods está perfeita.

Entretanto, talvez um dos efeitos negativos do filme, e que não ocorre em Matrix, seja que em A Ameaça Fantasma você acaba não sentindo aquela interação entre efeitos, cenários e personagens. Com exceção da corrida de Pods, os efeitos estão ali para mera visualização (ou apreciação visual), os personagens não interagem com eles, tanto que depois de alguns minutos de exibição o público já de certa forma esquece deles visto que o “choque inicial” já havia passado. Já em Matrix ocorre exatamente o contrário. Há interação a todo tempo com os efeitos especiais, seja com o cenário, seja com os personagens ou com os três ao mesmo tempo, fazendo com que público surpreenda-se até o ultimo minuto. Trazendo isso para um plano mais atual, vemos que a equipe de George Lucas acabou sofrendo muitas críticas pelo segundo episódio de sua saga Star Wars também, O Ataque dos Clones, onde foi-se muito criticada a maciça utilização de efeitos visuais que, depois de alguns minutos de exibição, perdiam o dom de impressionar o público.

“- Guns, Lots of Guns...”

Não há dúvidas que Matrix usa e abusa do uso de armas, afinal, elas fazem parte da concepção e da temática do filme. Sem elas, todo esse universo pós-moderno e surreal do primeiro filme jamais poderia ter sido criado. Muitas foram as controvérsias em relação ao nível de violência contido no filme e isso lhe rendeu uma censura um tanto quanto “maluca” ao redor do mundo. Digo “maluca” porque Matrix teve todo tipo de censura, passando de 12 anos (Portugal, Suíça, Argentina) até a pesada censura de 18 anos (Irlanda, Espanha). Mas a média ao redor do mundo ficou entre 14-16 anos.É um aspecto muito importante esse, ainda mais para as continuações que estarão por vir (Matrix Reloaded e Matrix Revolutions), onde foram gastos muitos milhões por filme (cerca de 300 milhões de dólares para o segundo filme e mais 300 para o terceiro; só a título de comparação a saga do O Senhor dos Anéis completa custou cerca desses mesmos 300 milhões de dólares, que aqui estão sendo utilizados em um filme apenas). Portanto, a Warner vai ter que negociar muito uma censura mais leve para suas continuações para que uma boa parcela de público (leia-se “lucros”) não seja excluída de seu balanço final nos cinemas.

Finalizando, Matrix é tudo aquilo que um filme de ação realmente deveria ser. Tem uma parte técnica primorosa, uma direção mais magnífica ainda, um bom elenco e um roteiro que não deixa nenhum dos outros quesitos na mão, visto que estamos acostumados tanto a assistir filme de ação sem conteúdo algum. É um filme que será lembrado muito a frente do seu tempo, e com méritos totais, é claro.

Para você que é fã de Matrix, procure maiores informações a respeito da série Animatrix, que relata, entre outras coisas, como o mundo chegou ao estado original apresentado no primeiro filme. Lembramos a todos que Matrix Reloaded está agendado agora para Maio e que Matrix Revolutions sai no segundo semestre de 2003. Até lá fique ligado no CinePlayers para maiores informações.

Para aqueles que, além de cinéfilos de plantão (ou apenas fãs mesmo de Matrix) são gamers ávidos, fiquem ligado no jogo “Enter The Matrix”, que estará sendo lançado para todas as plataformas da nova geração (Playstation 2, GameCube, Xbox e PC) que trará além de uma boa trama, cenas gravadas pelos atores especialmente e exclusivamente para este jogo.

Prós:
- Efeitos Visuais revolucionários;
- É um filme de ação com “conteúdo”;
- Dois diretores com uma criatividade incrível e inimaginável;
- Ótimo elenco;
- O filme não segue tendência, pelo contrário, ele cria um estilo próprio.

Contras:
- A banalização do Bullet-Time. Não é bem um contra, e muito menos algo que a Warner ou os produtores do filme tenham controle sobre. Mas sejamos verdadeiros, a utilização do Bullet-Time por outras produções gerou uma certa banalização incrível do efeito. Filmes como Os Picaretas, Todo Mundo em Pânico, Gigolô por Acidente e diversos outros acabaram por extrapolar demais nas brincadeiras e / ou satirizações.

Agora, quatro anos depois, chega Matrix Reloaded aos cinemas, a primeira continuação direta do filme. Infelizmente, agora conta com a falta do anonimato e do “efeito surpresa” que teve no primeiro filme. Matrix tem se saído excepcionalmente bem nas bilheterias, mas coletando opiniões diversas das pessoas, incluindo extremos (muito bom ou muito ruim). Nas bilheterias, a produção de Joel Silver já bateu vários recordes como melhor estréia numa quinta feira, melhor dia de estréia, melhor estréia para um filme com censura “R” (de “restricted”) e muitos outros que ainda se encontram um passo a frente a serem batidos. O único que ficou para trás foi de fato o de “melhor fim de semana para um estreante”, que continua com Homem-Aranha.

Como era de se esperar, Matrix Reloaded é um bom filme, possuidor de alguns defeitos, mas ainda assim um pouco abaixo do filme original. Ele começa exatamente como o primeiro episódio da saga, com uma seqüência espetacular envolvendo Trinity (Carrie Ane Moss). Entretanto logo após essa seqüência, as cenas que se seguem são muito monótonas.

Somos finalmente apresentados ao mundo “como ele realmente é” fora da Matrix. A primeira vista tudo bem, entretanto, as cenas que se passam ali são realmente horríveis. A festa rave intercalada com a seqüência da transa entre Neo e Trinity é muito mal apresentada. A imagem, também, que fica a respeito dos verdadeiros cidadãos de Zion é das piores. Aquela festa mais parecia uma grande orgia de um povo que está pensando em tudo, menos em sua própria destruição. Péssima seqüência, de um tremendo mau gosto também.Mas existem adições quanto ao elenco, que foram satisfatórios enquanto outros nem tanto. Harrold Jr., que interpretou o personagem “Link” (o novo operador da Nabucodonossor) foi uma das boas novas surpresas. Simpático, simples e divertido, o público em algumas passagens é levado aos risos frente suas expressões. Um personagem bem melhor trabalhado que qualquer um dos operadores que apareceram no filme original. Monica Belucci está realmente muito bonita no filme, aquela cena no banheiro realmente mexe com a platéia. Aliás, umas das coisas que Matrix Reloaded apresenta como ponto significante é seu senso de humor, que não esteve tão presente assim no primeiro filme. Merovingian, o rapaz apontado pela oráculo a quem Neo deveria procurar, contribui para isso, seu modo “francês” de falar proporciona algumas risadas. Claro, numa outra escala, os gêmeos foram outra boa adição ao filme.

Entretanto, nem todos os personagens que foram adicionados à trama foram assim tão bons. O núcleo “humanos maus” do filme, que antes era protagonizado pelo operador “Cypher”, agora fica sobre os ombros de um jovem rapaz, com um visual não muito agradável, que realmente não tem a mínima graça. Cypher era de fato inúmeras vezes melhor trabalhado.

Quanto a história, Reloaded mantém ainda boa parte da trama iniciada com o filme original e expande seus horizontes ainda mais. As revelações feitas pelo oráculo são simples de serem digeridas. Contudo, na parte em que entra em cena o “Arquiteto” da matrix, aí as coisas podem se complicar um pouquinho. Pelo ritmo rápido com que as coisas são explicadas a Neo, o público pode se sentir um pouco confuso, mas logo encontram-se no meio de tantas palavras.

There is no Spoon

Agora finalmente vamos falar da parte que, em si, merece um capítulo a parte: as cenas de ação do filme e os efeitos especiais.

Reloaded traz duas seqüências que por si só já entram para a história do cinema. A primeira, quando Neo luta com mais de 100 “Smith’s” ao mesmo tempo, notamos a que ponto chegaram os efeitos especiais em um filme. Ali, todos, cada um dos Smith’s presentes, são não mais do que projeções, efeitos especiais, nenhum de fato é real. E em parte alguma de toda seqüência você sequer desconfia que qualquer um daqueles que estão lutando com Neo não sejam reais. Uma cena dificílima de ser gravada, Keanu Reeves provavelmente deve ter tido uma boa dor de cabeça na hora de filmar tudo aquilo.

Quanto a cena da auto-estrada... Ah, o que dizer? A maior e melhor cena de ação de todos os tempos já vista no cinema? Talvez sim, provavelmente... A seqüência inteira é tecnicamente perfeita e custou milhões de dólares aos cofres da Warner para ser realizada. Mas o resultado é simplesmente de encher os olhos. Uma seqüência para se ver e rever e guardar para a eternidade. Posso até prever já as vendas do DVD de Reloaded, minha nossa...

Fotografia, som, efeitos sonoros, coreografia, cenários, edição... Enfim, todos os demais aspectos técnicos que compõem a película estão maravilhosamente bem feitos e colocados, e funcionam espetacularmente fazendo com que o visual do filme fique ainda mais bonito e “cool”.Matrix Reloaded é um blockbuster de primeira, que preserva muitos dos aspectos apresentados no primeiro filme e acrescenta outros tantos. O filme pode não ser tão bom quanto o original, mas ainda assim é uma ótima diversão, de primeira linha. Um filme que muita gente irá ver, metade irá realmente gostar e poucos irão entender. Do mais,

Revolutions o terceiro filme sa série incrivelmente completo, ao mesmo tempo que assume total simplicidade. Para quem conhece a história de Reloaded, e soube identificar seus principais pontos (não estarei entrando nesses detalhes aqui), Revolutions é fácil de entender. A verdade é que toda e qualquer complexidade assumida pelo capítulo anterior foi jogada água abaixo. Não há em Revolutions teorias para se discutir por dias a fio. Os irmãos diretores deixaram o maior tempo bem claro quem é quem e o que acontece dentro do filme. Não que seja possível sair de uma primeira sessão do filme sem perguntas na cabeça, mas de certa forma Revolutions é uma antítese de Reloaded neste quesito. E isso é bom ou é ruim?

Os dois! Bom pois o filme conseguiu resolver pelo menos boa parte das questões apresentadas antes, mesmo que muitas delas fiquem em aberto ou simplesmente esquecidas ao final de Revolutions (sem entrar em detalhes, o que aconteceu com todos os tão perigosos e imortais agentes apresentados em Matrix 1, ao final de tudo?, só para citar um exemplo). Mas é principalmente ruim! Com tais simplificações, Revolutions acaba sendo pouco mais do que um filme de ação comum, bem contra o mal, lotado de situações clichês e sem o tom grandioso (exceto pelo seu final) que todos os fãs gostariam que o filme tivesse. A escolha de tornar o terceiro filme acima de tudo um filme de ação acaba, então, fazendo com que a série Matrix não possa ser comparada a outras séries que serão imortalizadas pelo cinema, como Star Wars e O Senhor dos Anéis, por não manter a regularidade esperada depois de Matrix 1.

Revolutions é, finalizando, um passo abaixo em termos de história, em relação a Matrix 1, mesmo que eu tenha saído satisfeita (embora não sorridente) com as resoluções tomadas para o final da série, ainda que parte delas sejam bem questionáveis em termos de bom gosto (mesmo se vistas com a cabeça muito aberta). Só que como toda moeda tem dois lados, digo que Revolutions é um passo acima de Reloaded - e esse passo faz o filme QUASE alcançar o nível de Matrix 1 – em termos de diversão e satisfação final. O que não o faz alcançar os níveis de Matrix 1 é justamente sua história não incrivelmente excitante (não há nada de realmente novo no mundo de Matrix neste capítulo que não tenha sido apresentado antes).

Há também alguns pontos risíveis em Revolutions, que seguem a linha de Reloaded. Alguns diálogos muito ruins, coadjuvantes que parecem sair de um filme pornô (veja a luta na entrada do clube, por exemplo) e alguns momentos beeeeeeem lentos fazem do filme uma verdadeira chateação em alguns momentos. É daqueles momentos que, no futuro, quando o filme for visto em casa, você vai dar fast forward no seu controle remoto. Mas não é motivo para preocupação, mesmo filmes que considero “perfeitos” (não literalmente, óbvio, visto que isso é humanamente impossível), possuem tais momentos. As Duas Torres é um exemplo disso.

Tecnicamente Matrix Revolutions segue uma linha mais “dark” em relação a Reloaded, é um filme muito mais escuro em sua fotografia (com exceção de dois lindos momentos) e sangrento. Mais barulhento também, a batalha em Zion é épica, possui momentos de babar em meio a momentos fracos, que abusam da inteligência do espectador. Os diretores conseguem, pelo menos, deixar um clima bem tenso, criando uma fase de preparação, assim como aconteceu na batalha do Abismo de Helm em As Duas Torres. No final, até que é possível se importar – um pouquinho – com os personagens dentro da batalha.

Os efeitos especiais estão ainda melhores que em Reloaded. Se este filme levar o Oscar na categoria (assim como Matrix 1 levou no ano em que concorreu), não creio que seja uma injustiça, mesmo antes de assistir seu provável concorrente, O Retorno do Rei. A comentada batalha final, que relembra os filmes de Superman onde o herói combate Lex Luthor nos céus, é simplesmente perfeita, excitante, e com uma resolução escrita no capricho pelos Wachowski (e um dos poucos momentos que pode confundir o espectador, em termos de enredo). Momento babante do ano até o momento!

Quando escrevi sobre Reloaded, comentei a óbvia inspiração da equipe de arte em filmes como Star Wars, por exemplo. Aqui a inspiração fica ainda mais evidente, e em outros filmes também, como Alien, de Ridley Scott. Tudo, claro, perfeitamente desenhado, elaborado, em um trabalho técnico maravilhoso, mistura de computação com outras técnicas manuais de poucos precedentes no mundo do cinema. A trilha sonora do filme é, assim como tudo até aqui (e sei que isso deve estar repetitivo), cheia de altos e baixos. Músicas épicas para momentos épicos (a música dos créditos finais desta vez tem um estilo diferente, e é linda), e também muito lixo auditivo em meio de tantas cenas de ação, seguindo o gosto dos diretores.

Então é isso! Depois de quatro anos a série Matrix apareceu, passou e deixou algumas marcas. Muitas negativas, que justificam a opinião de algumas pessoas de que “as sequências não deveriam ter existido”, mas o saldo geral é muito positivo. Sem dúvida, foram filmes divertidíssimos, com alguns personagens incríveis (Smith acaba sendo o meu favorito de toda a série, mesmo aparecendo pouco em Revolutions) e efeitos que fizeram – e farão – outros diretores terem inspiração por anos. Foi como uma grande volta numa montanha-russa. Poderia ter sido um pouco mais alta, com curvas mais fechadas e descidas mais emocionantes, mas que foi uma ótima volta na montanha-russa, isso foi. Por sequência, prefiro: Matrix 1, Revolutions e Reloaded.

'Matrix Reloaded' acabou abrindo várias questões que precisavam ser respondidas no terceiro e último (será?) filme da série:

Neo é um programa da Matrix? Zion é uma realidade virtual feita para os que não aceitam ficar dentro dela? Como Neo pode controlar e destruir os Sentinelas? Quem é Merovingian e o que ele quer? Como Smith se apossou do corpo de Bane fora da Matrix?

Nada disso é respondido em 'Revolutions', pelo menos de forma direta e explicita... Tudo fica aberto.Neo entra em coma no final do segundo filme, e acaba indo para um lugar chamado 'Limbo', onde programas com problemas ficam presos para não afetar o mundo virtual, ou seja: Neo é um programa. Mas como um programa pode viver fora da 'Matrix', como Neo faz? Se isto significa que Zion é outro programa, o filme não deixa claro.Nada é explicado, nada é respondido, as portas ficam abertas para a imaginação dos telespectadores, que se disiludem por não saber o que a história tenta nos passar. Será que esqueceram de colocar mais meia hora de projeção?

Se 'Revolutions' é o final de uma trilogia que começou com um ótimo filme, ele acaba parecendo apenas o meio de uma história não-acabada. ENTÃO ESPEREM O 4° FILME pq ele vem ai qualquer hora! TOMARAAAAAAAAA!!! Alguem tem que me respoder essas questões POOO! rsrsrsr

Ahhhhh essa é dica gente!!!!! vejam Matrix, Matrix Reloaded e Matrix Revolutions e divirtam-se só não saiam de sobretudo por ai atirando em geral taaaaa é só um fime!! Galeraa!! UAHAHAUAHAUAAHUA

Bjus Buena

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Crítica de Filmes: O Cisne Negro

OLÁ PARA TODOS! Estou de volta!Que saudades!rsrs

Bom, hoje vi um filme que me fez acreditar que o cinema não esta perdido num turbilão de efeitos especiais, filmes de ET’s ,Vampiros e Super heróis foi tão inspirador que cá estou para compartilhar com vocês essa experiência divina.

O Cisne Negro é thriller psicológico sobre uma bailarina se transforma em um angustiante e assustador pesadelo, capaz de fazer o espectador virar o rosto. Tons macabros e sustos se intercalam com seqüências de dança onde a câmera participa ativamente, dando a noção da dificuldade das coreografias. Natalie Portman, luminosa, carrega toda a pressão e sofrimento da personagem em uma silhueta raquítica. Tudo nela é frágil e vulnerável, do tom de voz aos tímidos e medrosos olhares. O restante do elenco, em contrapartida, rivaliza pelo posto de mais ameaçador. Seja Winona Ryder, mais linda do que nunca, como a desequilibrada estrela da companhia; seja Vincent Cassel, que se impõe com sua virilidade e sabedoria no papel do diretor da companhia; seja uma renascida Barbara Hershey, como a castradora mãe da protagonista; seja Mila Kunis, sexy e desinibida, que encanta na mesma medida que apavora Nina. Todos intensificam a sensação de que Portman está prestes a quebrar, como uma boneca de porcelana. O filme abre com o sonho da protagonista, do interno para o externo. Contudo, a trama passa a contestar seu início, a fim de estudar esse mecanismo. Há basicamente dois níveis nessa questão: relações interpessoais e ambientes. Tudo é sugado pela mente de Nina e distorcido, no que um sem fim de espelhos imprimem as dimensões da mente em ruínas da heroína. Nina é um personagem trágico e levará isso às últimas conseqüências, é muito mais menina do que mulher. Do seu quarto, em tons de rosa e repleto de bichos de pelúcias, até a maneira submissa com que acata qualquer decisão da mãe, tudo leva crer que a moça de 28 anos ainda não completou sequer uma década de vida. E é logo dessa criança em corpo de mulher que será exigido a dolorosa mutação.

Identifiquei-me demais com esse filme, pois a transformação de menina em mulher é muito dolorosa para algumas pessoas e com a pressão do mundo que nos cerca o Cisne Negro mostra o quão pode ser drástico isso e quanto isso pode levar um ser humano à loucura. Ensina-nos também que às vezes nas imperfeições vemos uma beleza muito mais natural e intensa que numa coisa certa e perfeita. Nina sempre quis a perfeição e nunca foi feliz, não até pagar um preço alto por isso.

O FILME É INTRIGANTE, EMOCIONANTE E INTENSO

FICA A DICA GENTE!!

Beijos e bom filme!

Buena Cristina

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

1976 - 2006 Rocky Balboa (Saga Completa) Mega-Post



Sinopses

Rocky: Um Lutador
Viva toda a vibração e o triunfo de Rocky, Um Lutador como nunca viveu antes com esta Edição Definitiva, que vem com a melhor qualidade de imagem que este filme já teve e toda a excelente qualidade de som do padrão DVD! Além disso, uma série de Bônus reveladores mostra detalhes jamais vistos sobre os bastidores. Esta Edição Definitiva é o máximo em entretenimento para o seu lar!
Em 1976, as platéias lotaram os cinemas para torcer por um desconhecido chamado Sylvester Stallone em um papel que ele parecia nascido para interpretar: Rocky Balboa, o zé-ninguém que encontra sua única e grande chance de conquistar o amor, respeito próprio e o título mundial dos pesos pesados do boxe...e tornou-se um vencedor. A torcida continua. O filme que muitos fãs do cinema incluem em suas listas de melhores de todos os tempos e que ganhou três prêmios Oscar em 1976, incluindo os de Melhor Filme, Direção e Edição continua sendo exuberante, empolgante e repleto de ação. Seu forte legado permanece vivo nas continuações de Rocky, uma das mais bem sucedidas da história do cinema.

Rocky II: A Revanche
Após o término do confronto contra Apollo Creed (Carl Weathers), Rocky (Sylvester Stallone) promete à Adrian (Talia Shire), sua esposa grávida, que irá largar os ringues de boxe. Porém, Apollo quer provar que Rocky não foi nocauteado por acaso e, como este está sem dinheiro, promovem outra luta entre os dois pugilistas.

Rocky III: O Desafio Supremo
Rocky luta contra o mais poderoso adversário que havia enfrentado até agora - o selvagem Clubber Lang, interpretado por nada menos do que Mr. T! Sylvester Stallone escreve, dirige e estrela com paixão e garra aquele que talvez seja o filme mais excitante e dinâmico da série. Rocky Balboa (Stallone) faz sucesso e mora no coração de milhões de pessoas. A vida não poderia estar melhor. Ele vence dez lutas consecutivas, consegue contratos lucrativos e torna-se famoso mundo a fora. Mas quando Clubber Lang nocauteia Rocky em uma humilhante derrota, fica evidente que ele perdeu a garra. Já pensando em pendurar suas luvas, Rocky recebe um encorajamento inesperado: seu antigo Nêmesis, Apollo Creed (Carl Weathers). Com a ajuda de Creed, Rocky luta para voltar a ter sua antiga coragem antes de confrontar Lang em uma cruel revanche pelo Campeonato Mundial dos Pesos Pesados.

Rocky IV
O confronto entre o Ocidente e o Oriente acontece quando Rocky enfrenta um terrível boxeador soviético, que literalmente matou seu último oponente! Sylvester Stallone escreve, dirige e estrela esta batalha entre duas nações, na qual a única batalha é disputada no ringue de box. Rocky precisa defender sua honra, seu amigo e a própria América. Rocky orgulhosamente detém o título de campeão dos pesos pesados, mas surge um novo desafiante: Drago (Dolph Lundgren), um lutador de 1,90 m de altura e 130 kg, que possui o apoio da União Soviética. O amigo de Rocky, Apollo Creed (Carl Weathers) luta com Drago em uma luta apenas de exibição, mas após a derrota fatal de Creed, Rocky tem a certeza de que ele terá que vingar seu amigo e derrotar o adversário soviético. O programa de treinamento de Rocky o leva à fria Sibéria, onde ele prepara-se para o combate em Moscou, que será transmitido pela TV para todos os cantos do mundo. Rocky e Drago disputam essa luta instante a instante até o emocionante final.

Rocky V
Na luta com Drago, o lutador russo, Rocky (Sylvester Stallone) acabou recebendo uma lesão permanente. Assim é forçado a se retirar do boxe e, para piorar as coisas, descobre que seu contador roubou sua fortuna. Sem dinheiro e não podendo voltar a lutar, ele começa a treinar um jovem (Tommy Morrison) que promete ser um grande lutador. Mas seu trabalhado não é terminado, pois um empresário atrai o jovem pugilista com um alto salário, mas mestre e aluno ainda vão se reencontrar como rivais.

Rocky Balboa
Agora, Rocky Balboa (Sylvester Stallone) é um viúvo cinqüentão que administra um restaurante na Filadélfia. Enquando isso, Mason "The Line" Dixon (Antonio Tarver) é o maior vencedor de boxe da atualidade. Mesmo estando fora dos ringues há alguns anos, Balboa retorna ao esporte de olho no título mundial.

Diretor de todos os filmes: Sylvester Stallone
Tamanho do Arquivo: 4.10 GB


DOWNLOAD TORRENT E LEGENDAS


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1988 - Uma Cilada para Roger Rabbit



Sinopse

Detetive (Bob Hoskins) contratado para descobrir o que está acontecendo com Roger Rabbit, acusado de um crime no mundo real, se apaixona pela sensual Jessica, dando origem a um louco triângulo amoroso.


Elenco

Bob Hoskins (Eddie Valiant)
Christopher Lloyd (Juiz Doom)
Joanna Cassidy (Dolores)
Charles Fleischer (Roger Rabbit / Benny / Grease (vozes))
Stubby Kaye (Marvin Acme)
Alan Tilvern (R.K. Maroon)
Richard Le Parmentier (Tenente Santino)
Joel Silver (Raoul J. Raoul)
Paul Springer (Augie)
Richard Ridings (Angelo)
Kathleen Turner (Jessica Rabbit (voz))
Amy Irving (Jessica Rabbit (voz))


Ficha Técnica

Título Original: Who Framed Roger Rabbit?
Gênero:
Comédia
Ano de Lançamento (EUA):
1988
Duração:
103 Minutos
Tamanho do Arquivo:
938.20 MB
Diretor:
Robert Zemeckis


DOWNLOAD TORRENT DUBLADO

Créditos por este torrent - FLY do Cinecombo. Eu não tinha este filme dublado, achei somente lá. Excelente site, vale a pena fazer uma visita no Cinecombo.
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1989 - K-9: Um Policial Bom Pra Cachorro



Sinopse

Michael Dooley (James Belushi) é um policial extravagante que necessita de alguma ajuda para lutar contra Lyman (Kevin Tighe), um traficante de drogas que tem tentado matá-lo. Um conhecido lhe dá Jerry Lee, um pastor alemão que foi treinado para cheirar drogas. Com sua ajuda Dooley espera colocar seu inimigo atrás das grades, mas Jerry Lee tem uma personalidade bem própria e trabalha apenas quando quer. Por sua vez, o cachorro é ótimo para destruir o carro, a casa e a vida sexual de Dooley. Além disto, Tracy (Mel Harris), a namorada de Michael Dooley, é seqüestrada por Lyman, que assim pretende deter Dooley, pois Lyman está prestes a entregar um carregamento de drogas que vale alguns milhões de dólares.


Elenco

James Belushi (Michael Dooley)
Mel Harris (Tracy)
Kevin Tighe (Lyman)
James Handy (Byers)
Ed O'Neill (Brannigan)
Daniel Davis (Halstead)
Cotter Smith (Gilliam)
John Snyder (Freddie)
Pruitt Taylor Vince (Benny)
Sherman Howard (Dillon)
Jeff Allin (Chad)
David Haskell (Médico)


Ficha Técnica

Título Original: K-9
Gênero: Comédia
Ano de Lançamento (EUA): 1989
Duração: 101 Minutos
Tamanho do Arquivo: 700.21 MB
Diretor: Rod Daniel


DOWNLOAD TORRENT E LEGENDA


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